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Paraná é o 4º melhor estado para viver do Brasil, e Curitiba acelera valorização

  • Foto do escritor: ImobiToday
    ImobiToday
  • 1 de jul.
  • 2 min de leitura

Estado soma 65,21 pontos no IPS Brasil 2026 enquanto o metro quadrado na capital sobe 5,92% a terceira maior alta entre as capitais monitoradas pelo FipeZap



O Paraná fechou o IPS Brasil 2026 na quarta posição nacional, com 65,21 pontos o segundo melhor resultado do Sul, atrás apenas de Santa Catarina (65,58). O índice, divulgado em 20 de maio, avalia segurança, moradia, saúde, educação e inclusão social a partir de 57 indicadores em todo o país.


Atrás só de Santa Catarina no Sul


A distância para o líder regional é mínima, e o Paraná termina na frente do Rio Grande do Sul (63,39), o terceiro estado sulista no top 10. O resultado consolida a região Sul como a mais consistente do país em qualidade de vida, com dois estados entre os cinco primeiros colocados.


Planejamento urbano sustenta o índice


Curitiba carrega desde os anos 1970 a reputação de referência nacional em mobilidade e zoneamento, um legado que ajuda a explicar parte do bom desempenho paranaense em indicadores de infraestrutura urbana. Esse histórico de planejamento diferencia a capital de cidades de porte populacional semelhante e sustenta sua atratividade para quem busca moradia ou realocação empresarial.


Migração corporativa pressiona o m²


O preço médio do metro quadrado em Curitiba fechou março de 2026 em R$ 11.621, segundo o Índice FipeZap, alta de 5,92% no período a terceira maior variação entre as capitais monitoradas, atrás de Florianópolis e Belo Horizonte. Em janeiro, o valor já estava em R$ 11.646/m², o que indica valorização distribuída ao longo do trimestre, não um pico isolado.


A margem de preço competitivo encolhe


Curitiba ainda custa menos que São Paulo (R$ 11.995/m²) e Florianópolis (R$ 13.106/m²), mas mais que Brasília e Belo Horizonte um meio-termo que vem atraindo famílias e empresas que deixam capitais mais caras em busca de qualidade de vida com custo ainda competitivo.


Se o ritmo de alta do primeiro trimestre se mantiver, Curitiba se aproxima do patamar de São Paulo ainda em 2026, reduzindo a vantagem de preço que hoje sustenta sua atratividade. Para quem pensa em entrar no mercado paranaense, a janela de preço competitivo está se estreitando rápido.

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